Estes
dias descendo a Afonso Pena, sentido Amambaí/Centro algo me chamou atenção, uma
cavadeira tirava terra do número 602
(local que funcionava uma marcenaria), e jogava terra no prédio ao
lado do Noturmo embargado pela Prefeitura ...
Antes
porém, eu já tinha observado que o terreno que meu amigo Luis Vegine (luis
parafina) morava antigamente na José Antônio e até pouco tempo era proprietário da Marcenaria Vegine na Avenida 3 Barras, q teve
um forte derrame cerebral, tinha sido adquirido pela Plaenge para construção
vertical....Hummm!! teria já sido vendido para algum hospital, uma ramada Esso/Paraguaia, pensei
O Albergue para pobres tem ainda toda aquela
coisa e melódica e cinematográfica....E minha memória “baby Rose” e pititi
patata....é, o Luis Melodia, tem esta cara para mim, de um Rio de Janeiro da
minha infância que me intrigava sobre especulação imobiliária - era de novo a explosão
da Avenida Atlântica e de novo a eternização das favelas. Hoje, acho que era
meus irmãos que queriam apenas me roubar, e apenas isto. E Luis....na Tijuca/Madureira pé do morro que
eu ia sempre passear....
Claro, que como vizinho de um lugar para pobres e miseráveis?????? o marceneiro da Afonso Pena, que não é o Vegine, deve ter conseguido uma boa possibilidade de negócio “louvável”, não tendo estes mais por perto - mas hotel?? Ou, uma "feliz " louvação, e todos aqueles miseráveis torna-se-ão majestosos hospedes de hotel/luxo. E a escola de formação (atualizando, Casa de Ensaio by fazenda Margarida) no prédio tombado, seria um investimento público da prefeitura para maracutais privadas privadas?
Enfim,
a marcenaria simultânea da Afonso q parece já sem Pena, 602, dizem torna-se-á mesmo Hotel; e a do marceneiro Vegine na José Antônio/15 de novembro: Edifício Liegi - hehehe hahaha - seria algum Bullyng - algo Val
Verde rimando Wlajones/Wlajina? um desejo Bullyng Picaalegre? Diz aí Isabela Saldanha
Nenhum comentário:
Postar um comentário